Caso de estudo IPFS: 800.000 mensagens por mês, protegidas para a saúde suíça
“Já não existe nenhum ponto central de compromisso. Não existe qualquer base de dados que possa ser pirateada, porque os dados simplesmente não existem, sequer em forma cifrada, num único local. Só se recompõem no dispositivo do doente.”